segunda-feira, 19 de abril de 2010

SOCIAL DISTORTION no Circo Voador - RJ

Texto: Jamari França - GLOBO ONLINE
http://oglobo.globo.com/blogs/jamari/posts/2010/04/17/social-distortion-o-terco-rock-de-opostos-284656.asp

5 comentários:

Fred Schmidt disse...

GLOBO ONLINE

O Circo Voador lotou e a platéia alucinou no show do SD em quase duas horas e meia a um ritmo rápido, mas não tão rápido como punk e hardcore. Com seu visual de estivador, cabelos gomalinados penteados para trás, Ness agitou o show inteiro no vigor de seus 48 anos, passando por todas as fases da banda como prometeu nas entrevistas que deu antes de viajar para cá (ele tem medo de avião, mas a namorada segurou a onda dele). Ness também se mostrou diplomático nos agrados à platéia, elogiando as belezas da cidade e dizendo que o carioca era muito hospitaleiro. Os fãs da linha de frente se esforçavam para alcançar os músicos com as mãos estendidas, mas uma grande colocada na frente do palco e vários seguranças impediam. Um fã que conseguiu furar o bloqueio, foi agarrado com violência por dois seguranças parrudos e sumariamente expulso do Circo, atitude incomum na lona voadora.

O repertório teve Under My Thumb, dos Rolling Stones, já gravado pela banda, a conexão do SD com o rock de raízes negras, e Ring Of Fire, do ícone country Johnny Cash, outra influência forte de Ness. O vocalista empunhou na maior parte do tempo uma Les Paul 1976 que chama de seu ganha pão, uma guitarra pesada que deve responder em parte à sua postura no palco, sempre de pernas abertas em posição de resistência. Ele é um ritmista de pegada firme e ligeira, dando uma surra no instrumento e não faz uma coisa com um de vocalistas que tocam guitarra, que é de parar de tocar quando está cantando: ele segura as duas coisas o tempo inteiro.

O solista Jonny Wickersham fica solto para fazer frases que complementem os vocais e base de Ness com desenvoltura e vigor. O som da banda tem uma base sólida no baixo de Brent e nas baquetas de Reader, este bastante exigido pelos andamentos rápidos de todas as músicas. McGough, que pode ser visto no You Tube demonstrando lindamente seu talento no Hammond B3, não tem muito espaço na banda, limitando-se às camas que dão uma sonoridade roots a várias canções.

Fred Schmidt disse...

Perdi o show do SD!!! Que merda! Tava cansadão e faltou parceria também.... agora só numa próxima oportunidade.

E aí Silvio? como foi o Agent Orange aí em Recife? Eles tocaram aqui no Rio ontem num club em Copacabana... R$150 tava foda de pagar!

smurf (curitiba) disse...

O anão ta em Curitiba até final de semana que vem... e foi ver esse show ontem lá!
Foi animal!!!!!!

Fred Schmidt disse...

Porra!!! Avisa pra esse cabecinha que eu e o Thiago estaremos em Curitiba na 5ª-feira a noite (22/04). Vamos chegar por volta das 22:30h no aeroporto e na 6ª-feira de manhá partimos pra Santa. Ele tem telefone em Curitiba? Podia descer pro Rosa com a gente porra!! Pra ver o WT e pegar umas ondas... avisa esse bagual.

Peixoto disse...

Esse ano estamos bem servidos de shows...! Esse do Social tbem queria ter visto!!! Depois faço um comentario dos que fui aqui e coloco umas filmagens/fotos do celular. Pois eh Fred, muita grana mesmo o Agent ai no Rio...ainda bem que aqui foi diferente paguei meia R$20,00 (lei estadual para func. publ.) e balancei/fiz a cabeça por umas 5 horas!!